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Blue Mountains são agora Patrimônio Mundial da Humanidade

O mundo é muito vasto, repleto de lugares não apenas bonitos mas significativos, quer em termos naturais ou culturais. As pirâmides do Egito, a catedral de Notre Dame, na França, os Alpes Suíços e o Parque Yellowstone, nos EUA, são alguns exemplos. No Brasil, locais como os centros históricos de Ouro Preto e Olinda, ou áreas de pura natureza, como o Pantanal e Fernando de Noronha.

As Blue Mountains ficam entre Kingston e Port Antonio.  |  foto: reprodução internet

As Blue Mountains ficam entre Kingston e Port Antonio.

Não é por acaso que todos os lugares citados fazem parte de um grupo, denominado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Patrimônio Mundial da Humanidade. Há mais de 40 anos – mais precisamente desde 1972, quando foi assinado o tratado internacional sobre o assunto – a  UNESCO vem buscando identificar, proteger e preservar locais considerados de valor excepcional para a humanidade.

Além de incentivar governos e populações a cuidar desse patrimônio, a iniciativa da UNESCO acaba por aguçar a curiosidade em conhecê-lo. Anualmente, novas localidades passam a fazer parte dessa lista e a Jamaica, com suas Blue Mountains e John Crow, acaba de entrar no grupo.

Os dois conjuntos de montanhas, com cerca de 26.000 hectares, fazem parte de um parque de mesmo nome e com área total de 48.000 hectares. O terreno acidentado, porém cercado de vegetação exuberante, fontes e cascatas foi o cenário perfeito para que lá se instalasse, no século XVIII, um grande número de escravos fugidos, os Maroons. Aproveitando-se da mudança de colonizador, uma vez que a Inglaterra tomou a ilha das mãos da Espanha, rumaram para as montanhas e criaram vilas e cidades, passando a viver em liberdade.

Especificamente nesta área agora nomeada Patrimônio Mundial da Humanidade, viveu a tribo dos Windward Maroons. Guerreiros e bastante organizados, lutaram com os britânicos até que, em 1739, conseguiram um tratado de paz, garantindo sua liberdade e soberania na região.

Os Maroons vivem hoje em cidades como Charles Town, Scots Hall e Moore Town, desceram do topo das montanhas em direção ao vale do Rio Grande. Preservam, contudo, suas tradições na forma de governo, na música, na dança, no batuque e também na culinária e no uso de ervas medicinais. Tudo isso, somado aos resquícios das primeiras vilas e cidades no alto das montanhas é o que se pretende preservar em termos culturais.

No que tange aos aspectos naturais, a área possui um dos habitats considerados raros nas montanhas tropicais, denominado floresta nublada (devido a ocorrência frequente de neblina baixa, na altura das copas das árvores). Além de inúmeras árvores e plantas nativas, as montanhas são refúgio para espécies como a borboleta rabo-de-andorinha e pássaros como o Jamaican Blackbird e o Jamaican Tody. Finalmente, as cadeias montanhosas fornecem mais de 40% da água consumida pela população da Jamaica, além de água para uso na agricultura, indústria e comércio.

As paisagens encantadoras da Jamaica, muitas delas captadas do alto das montanhas, podem ser vistas em “Beneath Jamaican Skies”. O filme foi produzido pelo canadense Levi Allen, que utilizou o processo cinematográfico de time-lapse, aquele em que o tempo parece correr mais depressa. É uma boa maneira de traduzir em imagens um pouco da exuberante natureza da ilha.

Certamente, a denominação atribuída pela UNESCO às montanhas jamaicanas é mais do que justa. Esperamos que o fato sirva de inspiração para conhecer não apenas as Blue Mountains mas também outros belíssimos e importantes locais na Jamaica que futuramente, quem sabe, também possam integrar esse grupo.

Assista ao vídeo “Beneath Jamaican Skies”, de Levi Allen:

foto: reprodução internet

JAMRock Reggae Cruise: vibrações em alto-mar!

Cruzeiros temáticos são uma verdadeira febre pelo mundo. As razões são muitas, mas, a principal delas, talvez seja a segmentação. Explico: a oportunidade de viajar em um grupo que partilha uma mesma paixão parece encantar as pessoas. Não importa se o tema é seu time do coração, cidades sagradas ou seu artista favorito. Os cruzeiros temáticos são um sucesso e, pelo jeito, vieram para ficar.

Um caso de grande êxito é o JAMRock Reggae Cruise, entre Miami e Jamaica. Com sua primeira edição em 2014, o evento foi tão bem sucedido que levou a organização a oferecer dois cruzeiros na sequência, sendo um de Miami a Montego Bay e outro, imediatamente após, de Miami a Falmouth e Ocho Rios.

O navio utilizado no cruzeiro e alguns dos nomes já confirmados para a próxima edição. | fotos: reprodução internet

O navio utilizado no cruzeiro e alguns dos nomes já confirmados para a próxima edição.

Cada cruzeiro consiste em cinco noites a bordo do Norwegian Pearl, um navio com capacidade para 2.400 passageiros e todas as facilidades e atrações esperadas. Quadras esportivas, sala de ginástica, pista de boliche, teatro e uma área destinada às crianças, com diversas atividades.

O cantor Damian Marley é o idealizador do projeto.  |  foto; reprodução inetrnet

O cantor Damian Marley é o idealizador do projeto.

Como tantas outras coisas boas que acontecem na Jamaica, a JAMRock Productions, organizadora dos cruzeiros, tem por trás um membro da família Marley. No caso, Damian Marley – filho mais novo de Bob – em parceria com seu empresário, Dan Dalton. Os Marley, como se sabe, sempre trabalham em família, então, além de Damian, também seus irmãos Stephen, Julian e Ki-Mani apresentam-se durante a viagem.

Muitos outros artistas como Protoje, Tarrus Riley, Christopher Ellis e bandas, como Morgan Heritage e Third World serão parte das atrações (clique aqui e veja a lista completa dos artistas). Sim, porque um cruzeiro cujo tema é reggae só pode ser embalado por muito reggae.

O cuidado está em todos os detalhes: jerk chicken diariamente, filmes jamaicanos e com temática reggae todas as tardes e muita música, alternando entre DJs, cantores, veteranos do reggae e estrelas atuais do dancehall. Agora, o grande barato de um cruzeiro assim é justamente a oportunidade de estar próximo de seus ídolos, viver com eles a experiência da viagem.

Ainda dá tempo de viajar a bordo de um desses cruzeiros, mas é preciso se apressar pois, apesar de acontecerem no final do ano, já estão quase lotados (85% de ocupação em meados de março). O primeiro, sai de Miami em 30 de novembro, voltando em 5 de dezembro e o segundo, sai nesse mesmo dia e retorna no dia 10. Os preços começam em US$724,00, em cabine interior e vão até US$2.774,00, em suíte com vista para o mar. Todas as refeições (exceto bebidas) e entretenimento estão incluídos no preço.

Veja abaixo como foi a última edição do Jamrock Reggae Cruise:

foto: reprodução internet

Checklist de viagem para a Jamaica

Visitar um país representa concretizar, de fato, o intercâmbio entre duas culturas, além disso, é a maneira mais prazerosa de aprender e entender melhor os hábitos, os costumes, a tradição de um povo. Através do site, temos mostrado um pouco da cultura jamaicana, aspectos ligados à música, à gastronomia e ao estilo de vida. Agora, queremos ajudar àqueles que se interessaram por conhecer tudo isso de perto.

Jamaica, no problem: não há época ruim para visitar a ilha. foto: Laura Manske

Jamaica, no problem: não há época ruim para visitar a ilha. foto: Laura Manske

Apesar da pequena extensão territorial, cerca de 11.000 km², a Jamaica é a terceira maior ilha do Caribe, atrás apenas de Cuba e São Domingos. O clima é tropical, com maior ocorrência de chuvas entre junho e dezembro, e as temperaturas ao longo do ano variam entre os 23 e os 30 graus. Do ponto de vista climático, não há época ruim para visitar a ilha, porém, de dezembro a abril, com as temperaturas mais amenas, o número de turistas é maior e os preços das passagens sobem. Os meses de verão são considerados a baixa temporada. Roupas casuais e leves, de algodão ou linho, são ideais. Vale a pena incluir na mala um ou dois suéteres, para as noites mais frescas.

Para os brasileiros há duas opções de rota para se chegar à Jamaica: via Panamá e via Miami. Na primeira opção, saindo de São Paulo, por exemplo, são 6 horas e 40 minutos até o Panamá, cerca de 45 minutos de conexão e mais duas horas de viagem até a Jamaica. Nesse caso, a companhia aérea é a panamenha Copa Airlines. Para a rota Miami-Jamaica há várias companhias aéreas operando. Nessa opção, são cerca de 8 horas desde São Paulo até Miami e aproximadamente 1 hora de Miami à Jamaica, porém, o tempo de conexão costuma ser longo, em torno de 6 horas. Além de mais longa e cansativa, em função da espera, a ida via Miami requer visto em dia para os EUA.

Estátua no Bob Marley Museum  |  foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Estátua no Bob Marley Museum

A Jamaica oferece inúmeras possibilidades de passeios, para todos os gostos, e é uma pena ficar restrito apenas aos resorts (por mais que sejam paradisíacos). Kingston dispõe, na área central, de tudo o que se espera de uma capital: prédios históricos, museus, mercados, além de comércio, bancos etc. Na parte mais alta da cidade, estão os melhores hotéis e restaurantes e duas ótimas atrações: a Devon House e o Bob Marley Museum.

A cerca de 100 km de  Kingston está Port Antonio, um refúgio mais tranquilo. Ali ficam a Blue Lagoon, onde cenas do famoso filme “A Lagoa Azul” foram gravadas, e a Frenchman’s Cove Beach, uma praia isolada e lindíssima. Em Port Antonio também se pode apreciar e comprar artes, artesanato e jóias.

Do outro lado da ilha, fica Montego Bay, a chamada capital turística. Além de belas praias e vida noturna agitada, lá há um parque temático, um parque marinho e luxuosos resorts. Montego Bay sedia o Reggae Sumfest, o maior festival de reggae do mundo, que acontece há mais de 20 anos. Em Negril, pode-se ver o pôr do sol mais belo da ilha, além de extensas praias com águas calmas, penhascos e noites agitadas.

Ocho Rios fica entre MoBay e Port Antonio. Passeios em cavernas, um parque aquático (onde se pode nadar com golfinhos) e o Mystic Mountain, um parque temático de aventura e natureza, são apenas algumas das opções do que se pode fazer por lá.

Os turistas ficam encantados com a rica natureza jamaicana |  foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Os turistas ficam encantados com a rica natureza jamaicana

O idioma da Jamaica é o inglês. Muito embora o patois seja uma forma de comunicação comum entre os locais, o viajante que falar inglês não encontrará dificuldades em se comunicar. A moeda local é o dólar jamaicano, sendo que um real, hoje, equivale a cerca de 43 dólares jamaicanos. Os dólares americanos também são bem aceitos em muitos lugares. Não há necessidade de visto de entrada, mas é necessário apresentar comprovante de vacinação contra a febre amarela.

Quanto à locomoção na ilha, é bom lembrar que, na  Jamaica, a mão de direção é a inglesa, ou seja, pelo lado esquerdo, o que dificulta um bocado para quem pretende alugar um carro. O transporte público (ônibus) não é de boa qualidade, assim, recomenda-se a utilização de táxis, de preferência os registrados, que tenham chapa vermelha-branca “PP” ou os recomendados pelos hotéis.

Para facilitar ainda mais sua viagem, clique aqui para conhecer as opções de pacotes para a Jamaica. Faça sua escolha e programe-se!

No parque Rainforest, em Ochio Rios, há um pequeno museu que conta a história do Bobslead jamaicano. - Foto: Laerte Brasil

Os verdadeiros protagonistas do bobsled jamaicano

Foto: reprodução internet

O time jamaicano à época da primeira competição: o improviso era a regra para conquistar o sonho olímpico.

Já sabemos que entre ficção e realidade há uma longa distância. Falamos, anteriormente, sobre o filme “Jamaica Abaixo de Zero” (“Cool Runnings”), mostrando as semelhanças e diferenças entre a história real e a do cinema. Agora, vamos contar mais sobre os membros do time e suas histórias pessoais.

Devon Harris não conseguiu se classificar para as Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Ele era um corredor de meia distância e, enquanto servia o exército, em 1987, viu um anúncio recrutando candidatos a serem os primeiros bobsledders  jamaicanos a participar de uma competição olímpica. Por mais que achasse a ideia absurda, seu sonho de tornar-se um atleta olímpico o motivou e ele entrou para o time.

Após a participação em Calgary, no Canadá, Harris ainda continuou praticando bobsled, paralelamente à sua carreira militar, até 1992. Depois da segunda participação do bobsled jamaicano em Jogos de Inverno nesse mesmo ano, na França, Harris deixou o esporte e também o exército. Em 2008, escreveu um livro infantil e, atualmente, é escritor e palestrante motivacional.

Dudley Stokes foi convidado a participar do time quando era piloto de helicóptero do exército. Seu diferencial, adquirido pela função que exercia, era a coordenação entre os olhos e as mãos, muito importante, também, para pilotar um bobsled. Apesar de, até 1987, Dudley nunca ter visto um bobsled, em poucos meses já participava de uma competição olímpica. Ele também competiu nos Jogos de Inverno de 1992, 1994 e 1998 e hoje administra a Federação Jamaicana de Bobsled.

Foto: Troude/Presse via USA TODAY Sports

Os membros originais do famoso time jamaicano de 1988, em foto de 2007. Da esquerda para a direita: Devon Harris, Michael White, Chris Stokes e Dudley Stokes.

Michael White era operador de rádio do exército e foi um dos primeiros a ser chamado a participar do time. Ele participou dos Jogos de 1992, na França, e mudou-se posteriormente para Nova Iorque, onde vive até hoje, trabalhando numa grande rede varejista.

Caswell Allen era engenheiro ferroviário. Ele entrou para o time jamaicano, mas não chegou a competir. Quando estavam treinando, no Canadá, Allen caiu e ficou impossibilitado de participar. Às pressas, o irmão de Dudley Stokes, Chris Stokes, o substituiu. Chris estava no Canadá apenas para assistir o irmão; ele estudava nos EUA e também praticava atletismo. Assim como Dudley, Chris nunca tinha visto um bobsled antes. Aprendeu com os colegas e, em três dias, competiu.

Chris Stokes permaneceu ligado ao esporte. Competiu nos Jogos de Inverno seguintes (1992, 1994 e 1998) e, em 2009, escreveu um livro contando toda a história, Cool Runnings and Beyond – The Story of the Jamaica Bobsleigh. Ele é hoje gerente financeiro e, junto com o irmão, Dudley, dirige a  Federação Jamaicana de Bobsled.

Foto: reprodução internet

A Mystic Mountain, no parque Rainforest, em Ocho Rios: montanha russa simula pista de Bobsled.

A Jamaica participou de todas as edições dos Jogos de Inverno após 1988 (exceto 2006). Em 2014, em Sochi, na Rússia, ficou em último lugar. Certamente, não foi por falta de torcida. O Jamaican Tourism Board lançou até uma campanha, com música tema e tudo: The Bobsled Song (ouça acima). Além da música casar perfeitamente com o movimento do bobsled na pista, as pessoas eram incentivadas a baixá-la e compartilhá-la com os amigos pois, cada vez que fosse ouvida, vibrações positivas seriam enviadas ao time.

Se os atletas não corresponderam na pista, ao menos a ação foi um sucesso e, somada ao sucesso do filme e às participações da Jamaica nos Jogos, só fez aumentar o valor que se dá por lá a esse esporte. No parque Rainforest, que fica em Ocho Rios, há, além da Mystic Mountain – uma montanha russa cujo carrinho simula um bobsled – um pequeno museu que conta toda a saga do time jamaicano. Visita interessante, para relembrar essa história incrível, nascida a partir de uma ideia inusitada.

Carol Teixeira em frente à casa que foi de Bob Marley, em Trenchtown. - Foto: divulgação Carol Teixeira

Carol Teixeira na Jamaica: encantos e “causações” na ilha

Foto: divulgação Carol Teixeira

Carol Teixeira aproveitou cada momento de sua primeira Jamaica Experience.

Carol Teixeira é uma menina que não para! Ela nasceu no Rio de Janeiro, mas viveu muito tempo no Rio Grande do Sul, tanto que se considera cariúcha. Atualmente, vive em São Paulo, cidade com a qual se identifica muito. Carol é do tipo “tudo ao mesmo tempo agora”: é filósofa, escritora, compositora, vocalista, blogueira.

Por sua curiosidade aguçada e grande amor à leitura, escolheu estudar filosofia. Como escritora, tem dois livros publicados, “De abismos e vertigens” (Sulina, 2004) e “Verdades & Mentiras” (L&PM, 2006) e está trabalhando num terceiro. É autora, também, de duas peças teatrais, “Festa de Bebete” e “Cenas de Amorintenso”.

Desde 2010, Carol é colunista de sexo e cultura da Revista VIP. A partir do grande interesse de mulheres, que comentavam suas matérias originalmente escritas para os homens, surgiu seu blog, o A Obscena Senhorita C. Nele, Carol fala sobre sexo e amor e também sobre ser mulher.

Foto: divulgação Carol Teixeira

Sunset em Negril, com direito a uma belíssima sessão de Pole Dance.

Na banda Brollies & Apples, Carol compõe, canta e toca baixo. A banda mistura rock e música eletrônica e costuma fazer apresentações absolutamente performáticas. O som é meio grunge, aquele estilo anos 1990, inspirado no punk rock que, por sua vez, é muito ligado ao reggae jamaicano (leia mais em A onda jamaicana que invadiu o Reino Unido). Ainda falando sobre música, Carol também toca como DJ em festas pelo Brasil e já teve dois programas de rádio, em Porto Alegre.

Extrovertida, simples e extremamente simpática, Carol, como boa sagitariana, adora viajar e “causar” (expressão que gosta de usar para descrever seu jeito irreverente e descolado) e recentemente fez sua primeira visita à Jamaica. A convite do Jamaica Experience, ela passou alguns dias na ilha, como parte de uma viagem mais ampla, gravando para um programa que apresentará no Multishow.

Lá, conheceu as festas mais badaladas de Kingston, se encantou com as “good vibes” (e com a sensualidade) do povo jamaicano e visitou um hotel conhecido mundialmente por ser, digamos, libertino. Em breve, Carol contará aqui no site suas impressões sobre o lado sensual da Jamaica e também sobre as “causações” que andou aprontando por lá… Aguarde e confira!

foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Jamaica para todos os gostos: escolha a melhor opção

Se você segue nosso site, o www.jamaicaexperience.com.br, sabe que turismo é uma de nossas áreas de interesse, assim como música, gastronomia e lifestyle. Afinal, um projeto que tem por objetivo fomentar o intercâmbio cultural entre o Brasil e a Jamaica, passa obrigatoriamente pelo turismo, por conhecer e explorar tudo que a ilha tem de mais bonito e interessante.

Através dos textos que temos publicado, você pôde ter contato com um pouco da história, da cultura, das personalidades e peculiaridades da Jamaica. Continuaremos com esse trabalho, mas, além disso, a partir de agora, será possível, também, escolher e comprar seu pacote de viagem para a Jamaica, através do site. Para isso, fechamos uma parceria com a ADVtour, uma empresa especializada em Caribe, que passará a oferecer cinco diferentes pacotes turísticos, de acordo com seu perfil e objetivos.

A ADVtour é uma operadora brasileira que atua há mais de 15 anos no mercado de turismo, com roteiros de viagens internacionais personalizados. Além de ser especialista em Caribe, a empresa também conta com parceiros em companhias aéreas, cruzeiros, hotéis, resorts e pousadas de luxo na América do Sul, América do Norte, América Central, Europa e Oriente Médio. Com sede na cidade de São Paulo, a ADVtour possui agências de viagens representantes em Brasília, Porto Alegre e Vitória, e também áreas comerciais para atender no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Ribeirão Preto e região.

Os cinco pacotes turísticos que elaboramos em conjunto com a ADVtour visam atender pessoas que estão em momentos de vida distintos e que, portanto, têm diferentes expectativas com relação a uma viagem à Jamaica. São eles:

 

foto: Laerte Brasil | Jamaica Experience

1. Take me to Jamaica: começando pela capital, Kingston, esta é a opção para quem quer conhecer belas praias, rios e cachoeiras, além de saber mais sobre Bob Marley. O pacote inclui visitas ao Bob Marley Museum, em Kingston, e ao Bob Marley Mausoleum, em Nine Miles, local onde ele nasceu e está enterrado.

 

foto: reprodução internet

2. Jamaican Music Vibes: se o seu maior interesse na Jamaica é a música, este é o pacote ideal para você. Visitar alguns estúdios, como o lendário Tuff Gong, pertencente à família Marley, dançar ao som do Dub, em algum dos muitos e potentes Sound Systems espalhados pela ilha, ou ir a uma autêntica festa de Dancehall, são algumas das atrações propostas.

 

foto: Shutterstock

3. Family Time: o nome já diz tudo, é para curtir com a família. Além de praias mais tranquilas, passeios a cavalo por lindas paisagens e mergulho com golfinhos em pleno mar do Caribe. Hotéis com ótima infraestrutura e, é claro, toda hospitalidade do povo jamaicano!

 

foto: reprodução internet

4. A Mystic Land: um passeio por locais menos explorados e que fascinam os visitantes, como a Blue Lagoon, cenário do clássico “A Lagoa Azul”, e as Blue Mountains, onde é produzido um dos mais renomados cafés do mundo.

 

foto: Shutterstock

5. Relax Inna Paradise: se você está à procura de um paraíso para relaxar e viver momentos inesquecíveis a dois, esta é a opção para você. Clima perfeito, praias de beleza inigualável, hotéis e resorts que são um verdadeiro convite à paixão e atmosfera envolvente são alguns dos motivos que levam muitos casais de turistas à ilha. Cerimônias de casamento ou bodas, também são uma das especialidades dos resorts jamaicanos.

Para saber todos os detalhes sobre cada pacote, clique aqui. Escolha o seu preferido e boa viagem!

 

foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Karina Oliani, de volta à Jamaica!

As belezas naturais da Jamaica, dentro e fora d’água, fizeram Karina Oliani retornar à ilha. | foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

As belezas naturais da Jamaica, dentro e fora d’água, fizeram Karina Oliani retornar à ilha. | foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Pois é, Karina Oliani, médica e atleta de quem falamos recentemente (Karina Oliani: na terra, na água ou no ar), aceitou o convite do Jamaica Experience e voltou à Jamaica! Não poderia ser diferente. Sempre em seu ritmo acelerado, Karina aproveitou o pouco tempo na ilha para ter experiências inusitadas.

A primeira delas foi mergulhar em Port Antonio. Mas não um simples mergulho. A 25 m de profundidade, Karina e sua equipe, o fotógrafo subaquático Kadu Pinheiro e o maquiador Edu Hyde, fizeram um editorial de moda para a renomada marca Marcia Mello. Já imaginou estar atenta a manter-se em apneia e, ao mesmo tempo, sair linda nas fotos?

O maquiador Edu Hyde retoca o batom de Karina Oliani. | foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

O maquiador Edu Hyde retoca o batom de Karina Oliani. | foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Karina pratica yoga na Jamaica para revitalizar as energias.

A fluidez das roupas e dos cabelos, além da intimidade com os corais coloridos demonstrada por Karina, fazem com que o editorial pareça ter sido feito com uma sereia de verdade! Além das fotos que você vê aqui, confira mais sobre os resultados no Facebook de Karina Oliani, siga-a no Twitter @KarinaOliani ou acesse a publicação da marca, na íntegra, através do link ao final desta matéria.

Ainda em Port Antonio, Karina visitou a Lagoa Azul: “a água, cor de esmeralda, é um dos cenários mais bonitos que  já vi! Tenho uma forte ligação com a água, sou mergulhadora credenciada desde os 12 anos, e poder conhecer esse lugar me deixou fascinada! E todas aquelas belezas naturais que aparecem no filme “A Lagoa Azul”? Quando vistas ao vivo, deixam qualquer um apaixonado!”, contou.

Em Negril, mais aventura! Karina também mergulhou por lá, visitou o famoso Rick’s Café e comeu no Corner Bar. Desconhecido da maioria dos turistas, o lugar é um típico bar de praia onde, segundo os locais, come-se a melhor comida da Jamaica. E sabe o que ela comeu? Conch, um molusco, primo do escargot, que, como ele, também é uma lesma e habita o interior de uma grande e bonita concha. Ah, essa Karina…

foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Karina encantou-se com a variedade de espécies subaquáticas da ilha.

Houve um momento relax, pois Karina também precisava recarregar suas energias. Hospedou-se, então, no Jackie’s on the Reef, um spa que fica a 11 km do centro de Negril. Criado por uma nova-iorquina, que trocou a indústria da moda por este paraíso, o lugar é totalmente natural, dos tratamentos oferecidos à comida, preparada no fogão a lenha. Para que a integração à natureza seja total, lá não há TVs, computadores e telefones celulares são proibidos. Karina disse ter estranhado no início, mas depois entendeu que só assim seria possível viver intensamente a experiência.

A alegria e a hospitalidade do povo jamaicano; o pôr do sol, em Negril; o sabor pitoresco do ackee, a fruta símbolo da Jamaica. Foram tantos os momentos incríveis, que Karina Oliani foi incapaz de nos dizer do que mais gostou. Ela tem certeza, porém, de que valeu muito a pena ter aceito o convite. Karina, uma mulher que não aceita o óbvio, já incluiu a Jamaica em sua wish list. Pelo jeito, poderemos cruzar com ela em um dos cantos da ilha, ainda não descobertos pelos turistas.

Confira o editorial de moda feito na Jamaica na íntegra (págs. 110 a 137):

foto: reprodução internet

Clima ideal para viver ao ar livre

O clima na Jamaica é um convite aos passeios ao ar livre.  |  foto: reprodução internet

O clima na Jamaica é um convite aos passeios ao ar livre. | foto: reprodução internet

A Jamaica é um país de clima quente tropical e, ao longo do ano, as temperaturas variam entre 23 e 30 graus. Mesmo nos meses mais frios, de janeiro a março, a temperatura da água do mar fica ao redor dos 26 graus. Não há época ruim para ir à Jamaica, porém os meses entre maio e outubro são mais úmidos e chuvosos. Curiosamente, a baixa temporada, quando tudo fica mais tranquilo, coincide com os meses mais quentes, entre maio e novembro.

O clima e as paisagens da ilha convidam aos passeios ao ar livre. Praias, é claro, são inúmeras. Além delas, porém, existem tantas opções de atrações que torna-se difícil selecionar apenas algumas. Mas, como escolher é preciso, aqui vão três. Todas com muito contato com a natureza e diferentes níveis de emoção.

No vilarejo de Martha Brae, que fica na região de Montego Bay, noroeste da ilha, um passeio relaxante. O rafting, aqui, é feito em jangadas de bambu, conduzidas por guias experientes, que vão explicando tudo sobre o entorno. Cada jangada leva um ou dois passageiros e o tour dura 90 minutos. Depois de passar por túneis desenhados pela mata, que tal uma parada na Tarzan’s Corner, onde se pode nadar numa calma piscina natural?

Se preferir algo um pouco mais movimentado, experimente as YS Falls Cascades, em St. Elizabeth, costa oeste. Trata-se de uma região rural, onde há plantações de cana-de-açúcar. Chegando à propriedade, um trator leva os turistas até as cascatas que têm sete níveis, separados por piscinas naturais, algumas ótimas para nadar. Além de botes e boias (como as dos parques aquáticos), há também uma tirolesa, na qual se pode voar a 12 metros de altura, com orientação de guias especializados.

YS Falls Cascades, uma das belezas da Jamaica. Foto: reprodução internet

YS Falls Cascades, uma das belezas da Jamaica. Foto: reprodução internet

Por fim, um pouco de mundo animal. Cannoe Valley Wetland ou Alligator Hole, como é também conhecido, é uma reserva natural pertencente ao governo e que fica em Manchester, no sudoeste da Jamaica. Além dos crocodilos, como o nome sugere, lá habitam 3 peixes-bois fêmeas que foram encontradas por pescadores há alguns anos. Pode-se passear de barco pelo rio, que é ladeado por mangues. As peixes-boi, no entanto, são um pouco tímidas e nem sempre é possível vê-las. Às terças e quintas, entre 2 e 4 da tarde, elas são alimentadas e aí sim, a chance de encontrá-las será grande.

A Jamaica tem muito mais a oferecer. Basta escolher a melhor época do ano e o nível de adrenalina desejado.

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A natureza como maior símbolo nacional

Todo país possui seus símbolos: bandeira, brasão, hino nacional. Porém, além desses, há outros ícones que possuem conexão imediata com uma certa cultura e que nos levam a conhecer mais dos costumes e tradições de um povo.

No caso da Jamaica, há alguns elementos bem interessantes. O primeiro deles é o ackee, conhecida como a fruta símbolo da ilha. Não se trata de uma espécie nativa, estima-se que tenha vindo a bordo de um navio de escravos, já que é originária da África Ocidental. O fato é que o ackee adaptou-se muito bem à Jamaica e é consumido em grandes proporções.

As três fases do ackee: fechado (amadurecendo), aberto (pronto para a colheita) e pronto para ser consumido.  |  fotos: reprodução internet

As três fases do ackee: fechado (amadurecendo), aberto (pronto para a colheita) e pronto para ser consumido. | fotos: reprodução internet

O ackee é uma fruta avermelhada, de cerca de 10 cm. Quando está madura, abre-se naturalmente e, em seu interior há uma polpa amarelada e sementes pretas e redondas. O ackee só pode ser colhido quando já se abriu, pois, até essa fase, a fruta contém toxinas.

Apesar de não ser natural da Jamaica, lá é o único lugar onde a fruta é cultivada como alimento. Pode ser consumida in natura ou cozida, como no caso do tradicional prato de café da manhã Ackee and Saltfish (bacalhau).

Espécie de beija-flor existente somente na Jamaica, o Doctor Bird é pássaro sagrado para os índios Taino. Fotos: reprodução internet

Espécie de beija-flor existente somente na Jamaica, o Doctor Bird é pássaro sagrado para os índios Taino. Fotos: reprodução internet

O Doctor Bird é uma espécie de beija-flor que existe apenas na Jamaica e é considerado o pássaro nacional. O Doctor Bird tem as penas verdes e pretas iridescentes e uma cauda bem longa, diferente das outras espécies. O nome Doctor tem duas explicações: pode ser pelo topete e a cauda, que formam uma silhueta que lembra a dos antigos médicos, ou pela forma de polinizar as flores com o longo bico, que remete a uma seringa. Para os índios Taino, os nativos da Jamaica, o Doctor Bird tinha um significado sagrado, acreditavam que ele fosse a reencarnação de uma alma. Além disso, achavam que matar um desses pássaros traria azar.

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Blue Mahoe, a árvore nacional.

Outro símbolo nacional é a flor da Lignum Vitae. | foto: reprodução internet

Outro símbolo nacional é a flor da Lignum Vitae. | foto: reprodução internet

Ainda ligados à natureza, dois outros símbolos são a Blue Mahoe e a Lignum Vitae. A primeira, a árvore nacional, é da família do hibisco e costuma ser bastante alta, chegando a 20 m de altura. É a principal madeira da ilha, muito utilizada na fabricação de móveis. A Lignum Vitae, cuja flor é símbolo nacional, é uma árvore de madeira muito dura e que pode ser utilizada, entre outros, em relógios de parede, móveis para exterior e tábuas para corte de carne. Além disso, a madeira tem extrema lubrificação, sendo que a resina interna representa cerca de 30% do peso. Essa resina tem propriedades medicinais e é utilizada no tratamento de doenças como artrite, gota e sífilis. Devido à extração excessiva, a Lignum Vitae é hoje, uma espécie protegida para a preservação.

É muito bom saber que alguns dos símbolos mais importantes da Jamaica vêm da natureza, tão rica, bonita e especialmente valiosa para o povo jamaicano.

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Ocho Rios: turístico por excelência

Ocho Rios localiza-se na costa norte da Jamaica, entre Montego Bay e Port Antonio  |  foto: reprodução internet

Ocho Rios localiza-se na costa norte da Jamaica, entre Montego Bay e Port Antonio | foto: reprodução internet

Há turistas para todos os destinos e há destinos para todos os turistas. Ocho Rios é uma região interessante da Jamaica, pois atende aos turistas, digamos, clássicos, que buscam conhecer lugares bonitos e distantes, sem abrir mão do conforto de bons hotéis e restaurantes, mas também agrada àqueles que desejam apenas um porto seguro para servir de base às suas aventuras.

Localizada na costa norte da ilha, Ocho Rios é, supostamente, o local onde Cristóvão Colombo aportou. Visitando o Columbus Park, um museu a céu aberto, podem ser vistas relíquias da época da colonização espanhola. Foram os espanhóis, aliás, que deram o nome de Las Chorreras (as corredeiras) à cidade, pela proximidade com a Dunn’s River Falls, a famosa cachoeira onde foram filmados 007 Contra o Satânico Dr. No (1962, com Sean Connery) e Cocktail (1988, com Tom Cruise).

Por razões que não são bem explicadas, os ingleses transformaram o nome original em Ocho Rios, ou Oito Rios, sendo que eles não existem!

Nos anos 1960, com sua reurbanização, a cidade entrou nos roteiros turísticos, mas seu grande desenvolvimento deu-se nos anos 1980, com a chegada de shopping centres, fast foods e hotéis. Bed and breakfasts, hotéis pequenos e charmosos ou hotéis de luxo, em Ocho Rios há opções para todos os gostos e bolsos.

Passeios de quadriciclo, cavalo, jeep ou ônibus. Tudo é possível, por aqui. Para quem gosta de aventuras, duas dicas. A primeira, são as Green Grotto Caves. No maior estilo Indiana Jones, você pode conhecer esta série de cavernas interligadas por câmaras e passagens, repletas de estalactites, estalagmites e outras formações, que levam a uma nascente de águas cristalinas.

A segunda, é uma aventura aquática. O Dolphin Cove é um parque marinho, onde se pode nadar com golfinhos em seu habitat natural, usando snorkel. Se quiser algo mais intimista, pode ter um encontro cara a cara e interagir com um golfinho, contando com o auxílio de seu treinador.

A exuberante Dunn's River Falls. Clique na foto para ver a galeria completa de Ocho Rios.

A exuberante Dunn’s River Falls. Clique na foto para ver a galeria completa de Ocho Rios.

A cerca de 3 km a oeste de Ochi está o Mystic Mountain, um parque temático de aventura e natureza, ótimo para famílias. Lá, há tirolesa, toboáguas, teleférico sobre a floresta e até bobsled!

Além de restaurantes variados, em Ocho Rios pode-se experimentar um dos pratos mais tradicionais da cozinha jamaicana, o jerk. O Ocho Rios Jerk Centre tem um ambiente informal, ao ar livre, e além dos vários tipos de jerk (de frango, porco, carne ou peixe), você pode curtir a música local pelo sound system.

Ocho Rios é para todo tipo de turista. Basta escolher o roteiro que tem mais a ver com o seu estilo.