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Checklist de viagem para a Jamaica

Visitar um país representa concretizar, de fato, o intercâmbio entre duas culturas, além disso, é a maneira mais prazerosa de aprender e entender melhor os hábitos, os costumes, a tradição de um povo. Através do site, temos mostrado um pouco da cultura jamaicana, aspectos ligados à música, à gastronomia e ao estilo de vida. Agora, queremos ajudar àqueles que se interessaram por conhecer tudo isso de perto.

Jamaica, no problem: não há época ruim para visitar a ilha. foto: Laura Manske

Jamaica, no problem: não há época ruim para visitar a ilha. foto: Laura Manske

Apesar da pequena extensão territorial, cerca de 11.000 km², a Jamaica é a terceira maior ilha do Caribe, atrás apenas de Cuba e São Domingos. O clima é tropical, com maior ocorrência de chuvas entre junho e dezembro, e as temperaturas ao longo do ano variam entre os 23 e os 30 graus. Do ponto de vista climático, não há época ruim para visitar a ilha, porém, de dezembro a abril, com as temperaturas mais amenas, o número de turistas é maior e os preços das passagens sobem. Os meses de verão são considerados a baixa temporada. Roupas casuais e leves, de algodão ou linho, são ideais. Vale a pena incluir na mala um ou dois suéteres, para as noites mais frescas.

Para os brasileiros há duas opções de rota para se chegar à Jamaica: via Panamá e via Miami. Na primeira opção, saindo de São Paulo, por exemplo, são 6 horas e 40 minutos até o Panamá, cerca de 45 minutos de conexão e mais duas horas de viagem até a Jamaica. Nesse caso, a companhia aérea é a panamenha Copa Airlines. Para a rota Miami-Jamaica há várias companhias aéreas operando. Nessa opção, são cerca de 8 horas desde São Paulo até Miami e aproximadamente 1 hora de Miami à Jamaica, porém, o tempo de conexão costuma ser longo, em torno de 6 horas. Além de mais longa e cansativa, em função da espera, a ida via Miami requer visto em dia para os EUA.

Estátua no Bob Marley Museum  |  foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Estátua no Bob Marley Museum

A Jamaica oferece inúmeras possibilidades de passeios, para todos os gostos, e é uma pena ficar restrito apenas aos resorts (por mais que sejam paradisíacos). Kingston dispõe, na área central, de tudo o que se espera de uma capital: prédios históricos, museus, mercados, além de comércio, bancos etc. Na parte mais alta da cidade, estão os melhores hotéis e restaurantes e duas ótimas atrações: a Devon House e o Bob Marley Museum.

A cerca de 100 km de  Kingston está Port Antonio, um refúgio mais tranquilo. Ali ficam a Blue Lagoon, onde cenas do famoso filme “A Lagoa Azul” foram gravadas, e a Frenchman’s Cove Beach, uma praia isolada e lindíssima. Em Port Antonio também se pode apreciar e comprar artes, artesanato e jóias.

Do outro lado da ilha, fica Montego Bay, a chamada capital turística. Além de belas praias e vida noturna agitada, lá há um parque temático, um parque marinho e luxuosos resorts. Montego Bay sedia o Reggae Sumfest, o maior festival de reggae do mundo, que acontece há mais de 20 anos. Em Negril, pode-se ver o pôr do sol mais belo da ilha, além de extensas praias com águas calmas, penhascos e noites agitadas.

Ocho Rios fica entre MoBay e Port Antonio. Passeios em cavernas, um parque aquático (onde se pode nadar com golfinhos) e o Mystic Mountain, um parque temático de aventura e natureza, são apenas algumas das opções do que se pode fazer por lá.

Os turistas ficam encantados com a rica natureza jamaicana |  foto: Kadu Pinheiro | Jamaica Experience

Os turistas ficam encantados com a rica natureza jamaicana

O idioma da Jamaica é o inglês. Muito embora o patois seja uma forma de comunicação comum entre os locais, o viajante que falar inglês não encontrará dificuldades em se comunicar. A moeda local é o dólar jamaicano, sendo que um real, hoje, equivale a cerca de 43 dólares jamaicanos. Os dólares americanos também são bem aceitos em muitos lugares. Não há necessidade de visto de entrada, mas é necessário apresentar comprovante de vacinação contra a febre amarela.

Quanto à locomoção na ilha, é bom lembrar que, na  Jamaica, a mão de direção é a inglesa, ou seja, pelo lado esquerdo, o que dificulta um bocado para quem pretende alugar um carro. O transporte público (ônibus) não é de boa qualidade, assim, recomenda-se a utilização de táxis, de preferência os registrados, que tenham chapa vermelha-branca “PP” ou os recomendados pelos hotéis.

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